Ælita e a originalidade de Mando Diao

Mando Diao sempre foi uma banda original, para dizer o mínimo. Depois de começar com três álbuns mais tradicionais e puxados para o britrock (apesar de os caras serem suecos) e para o garage rock, fizeram o quarto disco “Never Seen the Light of Day” com elementos de folk e country. Em seguida, veio “Give me Fire” – álbum que tem “Dance with Somebody”, provavelmente a mais famosa faixa deles no Brasil -, que estava mais para pop anos 80. E no próximo, resolveram inventar de vez e soltar um disco em sueco. Enfim, um belo leque de variedades para uma banda nova, que surgiu depois dos anos 2000. Em seu sétimo disco, “Aelita”, as inovações não pararam. Seja isso algo bom ou ruim.

Continue lendo aqui…

 

Khoiba: Trip-hop da República Tcheca

Trip-hop é um sub-gênero musical criado na Inglaterra, nascido no início dos anos 90 e caracterizado por utilizar elementos de lounge jazz, rock e hip hop. Os nomes mais famosos do estilo são provavelmente Massive Attack e Portishead, duas bandas britânicas. Entretanto, fui introduzido ao estilo pela desconhecida Khoiba, uma interessantíssima banda da República Tcheca.

Continue lendo aqui…

 

20 anos de (What’s the Story) Morning Glory?

Era 1995. O cenário musical da época era dominado pelo grunge rock americano, apesar da recente morte do ídolo Kurt Cobain. Apesar dos esforços das bandas indies britânicas da época, como Blur, Radiohead e Pulp, não estava fácil trazer o reconhecimento do mundo para o cenário underground, da mesma forma que o Nirvana havia feito nos Estados Unidos.

No ano anterior, o Oasis havia se juntado a esse movimento que hoje chamamos de britrock. Ainda eram estreantes, mas o debut Definitely Maybe havia sido diretamente lançado para o topo dos charts britânicos e conseguido alguma atenção americana. O momento de lançar o segundo disco se aproximava e, com ele, a pressão de manter o nível musical alto.

Os dois primeiros singles, “Some Might Say” e “Roll with it”, lançados antes do próprio álbum, indicavam uma melhoria na voz do vocalista Liam e um som menos caseiro, mais profissional, mas também que o estilo do Oasis permaneceria o mesmo do primeiro disco: um rock cru, ao estilo da cartilha “sexo, drogas e rock’n’roll”. As duas músicas não eram ruins, estavam longe disso, mas ainda estavam aquém do que eles apresentaram no primeiro disco. E seguindo uma lógica simples, se esses eram os singles, o que estava por vir provavelmente não seria mais que um disco mediano, certo? Pois bem… não.

Continue lendo aqui…

 

Catfish and the Bottlemen, uma tradicional Shepherd’s Pie

De tempos em tempos, quando uma banda britânica cruza a fronteira de “indie com potencial” para “sucesso comercial”, começa-se a procura por um substituto. É algo tradicional entre a mídia que acompanha a música indie. Assim, desde que o Arctic Monkeys estourou por completo com o excelente AM, lançou-se a temporada de caça por seus herdeiros e, apesar de ainda dizer que nada concreto tenha aparecido por enquanto, olhares já prestam atenção em uma banda galesa: Catfish & the Bottlemen.

Continue lendo aqui…

 
javaversion1
Warning: passthru() [function.passthru]: Cannot execute a blank command in /home/storage/5/a9/c8/pandaontheradio/public_html/wp-content/themes/casper/footer.php on line 3